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Lavagem do trem e da louça de cozinha, dez metros quadrados colocados junto à Confecção.

"Se amares Hamar, Hamar amar-te-á"





Vocês, os erasmus, cansam-me a beleza. Mas que boicote é este ao lavagem do trem? Mas vocês acham que isto é o exame de teoria III ou quê? Parece impossível...devem ter ficado mal habituados nas entregas do terceiro ano ou assim. Quando vão dar novidades e sinais de vida em Erasmus? Depois da defesa da prova? Olhem que aqui a sala não fica aberta até três semanas depois.... Há certas e determinadas pessoas que devem ter muito bons motivos para ainda não terem piado... Deve ser falta de Net com certeza.Vejam lá que eu achava que aquela luz pinderica no topo da torre Eiffel era um Rooter WIFI...Enfim.


Estava a guardar-me porque não queria monopolizar isto com os meus posts, mas a partir de hoje não quero saber!

















O Hedmark Museet (1969) em Hamar é uma recuperação de uma fazenda/celeiro episcopal construída em 1700 da autoria de um dos maiores arquitectos noruegueses Sverre Fehn. Espessos paramentos de pedra do século XVIII sustentam, ou parecem sustentar, a complexa estrutura de madeira da cobertura com o seu "je ne sais quoi" nórdico interpretado. A planta livre, filha do modernismo então em crise, recria-se através de planos de betão que definem o percurso expositivo numa promenade daquelas clássicas, pela qual qualquer aprendiz da arte dá o dedo mindinho. Os detalhes, crus como o ambiente, quase sempre se servem de impressionantes ferragens especialmente desenhadas por Fehn mas que lembram um outro mestre, Carlo Scarpa. Há quem diga que o papel principal num museu deve ser dado à obra de arte. Quem não se sentir de alguma maneira perturbado pelo espaço, que atire a primeira pedra. 




Ricky, o Ricardo

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